casa dos corações inquietos.


e por último a última; vazia.

olhe lá, de longe o príncipe
acenando com ambas as mãos.
não peça esmola,
não perca a hora
não tire os pés do chão!

o príncipe passa - longe -, o príncipe
acenando pros amores vãos.
abra bem os olhos, criança:
pro abismo
entre as duas mãos!



Escrito por felipe favilla às 01h17
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e a outra versão do outro poema

ah, eu te amo
e sei que amo pois enquanto escrevo
algo aqui dentro queima
dói, sufoca
pois quando escrevo eu
me perco aos poucos
teu rosto se mistura nas palavras
e insisto em ser só teu.



Escrito por felipe favilla às 01h13
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o outro poema de sexta; para o meu amor

escrever sobre o amor dói,
pois por um instante esqueço
de amar
buscando palavras para faze-lo.
daí o peito pesado o
nó na garganta.
pois eu não aguento deixar de ser teu;
por um instante que seja.



Escrito por felipe favilla às 01h12
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coisa velha que achei =)

 

em setembro é muito melhor escrever sobre a chuva do que sobre o amor. mas eu conto os dias para que ele acabe; assim como o ano. conto também os palitos de fósforo, os pedaços de pizza; os quilometros rodados por litro. descobri que contar é a melhor forma de não viver. só não lhe conto as minhas dores, pois abririam todas e eu morro de preguiça de sentir tudo de novo.



Escrito por felipe favilla às 01h11
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;D

eu ja tive os meus dias de príncipe,
magnífico; encantado.
cavalo branco e os clichês mais engraçados.
...
pois hoje ando no meu carrinho velho,
sou rei barrigudo
e soberano, absoluto;
de meus invernos



Escrito por felipe favilla às 23h24
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