depois dos meus fiascos polares me prometi algumas coisas acasos estranhos, estranhos caminhos e, dentre tantos, não escrever bêbado nem sobre a solidão. mas, como tal o alcoolismo qual a solidão são medidas excessivamente arbitrárias cá me ponho a escrever na companhia dum copo cheio e na ausência de amores. não ha luz o que me ganhe a alma num raio de vinte milhas nem todas as pamonhas desse goiás chegam aos pés da musa que clareia meus dias. ela espanta a vontade do trago, dum jeito, que agora eu só bebo pra esquecer do amor.
Escrito por felipe favilla às 01h20
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