alo alo?
você, baby, nave espacial estrela de açúcar é meu coração; nos meus dias de cão. au au eu ladro para os postes eles que com as luzes nas alturas não ligam pro meu ar de cachorro moribundo vagundo e outros bundos se alcançasse meu vocabulário de cão. então eu viro as latas, em busca de amores outros quaisquer que sejam, mesmo entre os besouros porque de noite chove e entre um chope e outro eu, que não mordo me lembro que bate um coração nos dias ruins. pois então, estou com outro blog; com poesias e coisas mais pessoais minhas: www.thebadays.blogspot.com mas pelo que tudo indica esse continua
Escrito por felipe favilla às 02h47
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o cigano e o pé de pano
em cada dia que fujo do amor há um sol que me viola, porque o brilho que arde, lá fora, canta com voz forte: "suas histórias de cigano não passam do fim do ano não vão enganar a morte"
e cada dia que fujo é dor porque uma vitrola muda me mastiga numa canção que é minha e de alma tão antiga: "seus lamentos de marujo não passam desse bar não chegarão ao mar."
Escrito por felipe favilla às 23h01
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as you peter my becker
You know, Peter was this amazing kid. He was the king among the bees, and further than thommy, the boy with the greatest knowledge about elastic made guns. But you know, Peter used to feel sooo lonely! … until the day he found Moneda. Before you start thinking about it, Moneda was the dumbest girl in the world, but you know, she had nice breast. So, Peter sucked them so hard that her tits got actually bigger, and bigger, and bigger. They became so big that Moneda turned into the first flying girl of the neighborhood, and Peter, with his yellow elastic tapes, grabbed into her feet, using her like a human balloon.
Escrito por felipe favilla às 23h03
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mais de um mes sem escrever x.x
a beleza das palavras mortas é que são minhas só minhas. essas palavras que são tortas não acham lugar se não nos meus versos, e todo o resto fica pouco porque no meu peito de louco sobra espaço. pra qualquer um dos nossos erros.
Escrito por felipe favilla às 11h17
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=)
su-su-surros de cigarra o dia está claro e a lua a pino! será que sonho? pego o maço e vou pra rua. su-su-surros de cigarro dança a fumaça e a lua toda nua! será que sonha? com amor igual ao meu.
Escrito por felipe favilla às 02h01
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depois dos meus fiascos polares me prometi algumas coisas acasos estranhos, estranhos caminhos e, dentre tantos, não escrever bêbado nem sobre a solidão. mas, como tal o alcoolismo qual a solidão são medidas excessivamente arbitrárias cá me ponho a escrever na companhia dum copo cheio e na ausência de amores. não ha luz o que me ganhe a alma num raio de vinte milhas nem todas as pamonhas desse goiás chegam aos pés da musa que clareia meus dias. ela espanta a vontade do trago, dum jeito, que agora eu só bebo pra esquecer do amor.
Escrito por felipe favilla às 01h20
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por praia leia-se lih.
aqui me despeço, gentil e verde mar. rumo à súbita rotina, à minha sempre anunciada morte. espero me lembrar das ondas, doce mar, a despeito do vento forte beijando sempre a praia e refletindo o luar.
Escrito por felipe favilla às 22h01
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e por último a última; vazia.
olhe lá, de longe o príncipe acenando com ambas as mãos. não peça esmola, não perca a hora não tire os pés do chão!
o príncipe passa - longe -, o príncipe acenando pros amores vãos. abra bem os olhos, criança: pro abismo entre as duas mãos!
Escrito por felipe favilla às 01h17
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e a outra versão do outro poema
ah, eu te amo e sei que amo pois enquanto escrevo algo aqui dentro queima dói, sufoca pois quando escrevo eu me perco aos poucos teu rosto se mistura nas palavras e insisto em ser só teu.
Escrito por felipe favilla às 01h13
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o outro poema de sexta; para o meu amor
escrever sobre o amor dói, pois por um instante esqueço de amar buscando palavras para faze-lo. daí o peito pesado o nó na garganta. pois eu não aguento deixar de ser teu; por um instante que seja.
Escrito por felipe favilla às 01h12
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coisa velha que achei =)
em setembro é muito melhor escrever sobre a chuva do que sobre o amor. mas eu conto os dias para que ele acabe; assim como o ano. conto também os palitos de fósforo, os pedaços de pizza; os quilometros rodados por litro. descobri que contar é a melhor forma de não viver. só não lhe conto as minhas dores, pois abririam todas e eu morro de preguiça de sentir tudo de novo.
Escrito por felipe favilla às 01h11
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;D
eu ja tive os meus dias de príncipe, magnífico; encantado. cavalo branco e os clichês mais engraçados. ... pois hoje ando no meu carrinho velho, sou rei barrigudo e soberano, absoluto; de meus invernos
Escrito por felipe favilla às 23h24
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me ligue quando ler, sim?! :*
pode ir amor, vai dormir. amanhã eu ligo, pra contar do dia, da noite, dos monstros do meu armário dos sonhos onde a morte é mara; maravilhosa. eu conto dos desertos dos abismos de água e sal; que entrecortam continentes reticentes qual pequenas ilhas! mas deixa isso pra amanhã, sim? eu ligo, juro. e conto do furo que há no meu peito, dos dias longínquos de rapaz direito; ... amanhã!
Escrito por felipe favilla às 01h35
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madrugada: benção e maldição,
venham todos, venham todos! sem delongas conferir a mais nova novidade nova dos pantanos gelados mais imundos do fundo do bolso do ilustre rei dos vagabundos:
um elixir sem outro igual ! melhor do que refrigenrante quente, cerveja de rolha suco de tomate; mijo de cabrito e vitamina de abacate. e para as donzelas virgens, marinheiros-amputados-beberrões-inveterados, cada gole traz o riso aprisionado em trinta tragos de agua'rdente.
pois venham, venham todos! beber um pouco desse nectar sagrado os ingredientes vêm anarquicamente dispostos no verso de cada frasco: o que é amor respira sozinho... pois encharcas navios inteiros, ó coração ordinário!
sendo o caso de criar intimidade; basta chamar-lhe arsênico.
Escrito por felipe favilla às 03h34
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quis ligar, mas passavam das 4h!
vem cá, me dá um abraço a noite avança e avança e avança e eu me sinto cada vez mais só. cavalo manso e magro, no céu estrelas mil. eu pequeno e magro. e manso. nas ferraduras ferrugem, do tempo a maldição maior memória alguma abraça o vão dos dias em que me mato.
Escrito por felipe favilla às 03h45
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